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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

O Recado do Morro

Selos ideais para as cartas de fim de ano!

Bom que o envelope já vai com mensagem subliminar...
Inselberg - insel = ilha e berg = montanha
Ilha = mundo em miniatura, templo, refúgio, lugar de eleição, de silêncio e de paz, em meio à ignorância do mundo.
Montanha = ascensão (na qualidade de vida - educação, saúde...), desenvolvimento, grandiosidade, qualidade superior da alma, evolução humana, resistência, força.

Começarmos 2017 com ainda mais força para lutar contra
todas as atrocidades que andam fazendo com o povo brasileiro
e com nossa biodiversidade!

* Todas as definições foram retiradas do Dicionário de Símbolos - mitos, sonhos, costumes, gestos, formas, figuras, cores, números, de J. Chevalier & A. Gheerbrant -  5ª ed. - Rio de Janeiro: José Olympio, 1991.
** Os selos podem ser adquiridos nas agências centrais dos Correios.
*** Selos da Armênia são de difícil aquisição. São, portanto, meramente (?) ilustrativos.
**** O Recado do Morro - referência ao conto de João Guimarães Rosa. Recomendo leitura!

Selo Correios 2013 - comemoração de 100 anos do Bondinho
Selo 2016 emitido pela Armênia - comemoração dos Jogos Olímpicos
Selo Correios 2016 - Arenas Olímpicas no Rio

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Viagens aos Pães de Açúcar



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Viagens físicas, geográficas, geológicas, botânicas, acadêmicas, naturalistas, transcendentais, holísticas, musicais, poéticas e artísticas....

segunda-feira, 30 de maio de 2016

O Rio antes e depois

A urbanização trouxe à cidade desmatamento, crescimento desordenado, pobreza, desigualdade, verticalização, aridez... As rochas continuaram quase intactas, intransponíveis. Os pães de açúcar são muito mais do que paisagens, mais do que simples cenário. O conjunto praia, vegetação e rocha provoca um sentimento tropical, místico. A Natureza é a protagonista da Cidade Maravilhosa. O Rio só continua lindo por causa dos pães de açúcar. 

Rocinha e Pedra da Gávea (Arquivo IMS e Ailton Silva/IMS)
                    Morro Dois Irmãos (Augusto Malta/Arquivo IMS e Ailton Silva/IMS)
Avenida Niemeyer (Armando Pittigliani/Arquivo IMS e Ailton Silva/IMS)
Estrada da Gávea (Augusto Malta/Arquivo IMS e Ailton Silva/IMS)
São Conrado (Marc Ferrez/Arquivo IMS e Ailton Silva/IMS)

Texto: Luísa Azevedo

Todas as imagens foram retiradas do site do Instituto Moreira Salles e estão disponíveis no link: http://ims.com.br/ims/explore/acervo/noticias/territorio-rocinha



quarta-feira, 13 de abril de 2016

Viagens aos pães de açúcar: Rio de Janeiro, 2016

Enfim, conseguimos finalizar um curto documentário sobre a nossa temporada no Ridexaneiro.
Muitas coletas botânicas, risadas e, claro, uma prainha para incentivar a criatividade!

Em breve, lançaremos a expedição no Espírito Santo! :)

Saudações naturalistas...







sexta-feira, 4 de março de 2016

Rio de Janeiro, 1910



Vista do Botafogo e Pão de Açúcar (Augusto Malta, 1910)

Foto: arquivo Instituto Moreira Sales.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Darwin no Rio - "Darwin in Rio"

Agora os preparativos para o Rio estão intensos. Só para dar uma inspirada, separamos alguns trechos do livro:

Viagem de um naturalista ao redor do mundo - Charles Darwin, Editora Abril Cultural

e estamos nos deliciando com os relatos de Darwin sobre o Rio em abril de 1832. Só bastou a ele olhar um pouquinho mais para os inselbergs. Sentimos falta de descrições maravilhadas sobre as bromélias, os cactos, as orquídeas...
Bem, essa tarefa terá que ser nossa :)



"Todos já ouviram falar da beleza do cenário da baía de Botafogo. A casa em que me hospedava estava situada bem debaixo da conhecida montanha do Corcovado. Com muita verdade afirma-se que os morros cônicos e abruptos são as características da formação a que Humbold chamou de granito-gneiss. Nada mais admirável do que o efeito dessas colossais massas redondas de rocha nua emergindo do seio da mais luxuriante vegetação. Muitas vezes me entretinha a olhar as nuvens, que, rolando sobre o mar, vinham formar um manto logo abaixo do ponto mais elevado do Corcovado. Como muitas outras, esta montanha, quando parcialmente velada, parecia erguer-se a uma altura mais nobre do que a realidade possui: seiscentos e noventa metros." (pág.10)

"Visitei, um dia, o Jardim Botânico onde cresciam plantas muito conhecidas pela grande utilidade de suas propriedades. As folhas de cânfora, da pimenta, da canela e do cravo, desprendiam um aroma muito delicioso, e a fruta-pão, a jaca e a manga disputavam entre si a primazia da magnificência da folhagem."(pág.11)

"Em outra ocasiao, tendo partido cedo, andei até a montanha da Gávea. O ar estava deliciosamente fresco e fragrante, e as gotas de orvalho brilhavam ainda sobre as grandes liliáceas que cobriam com sua sombra a água clara dos riachos. Sentei-me sobre um bloco de granito e desfrutei alguns instantes vendo passar a voar perto de mim um sem-número de insetos e pássaros. Os colibris parecem gostar imensamente destes recantos sombrios e solitários. Sempre que via uma dessas criaturinhas sussurrar em torno de uma flor, escondendo as asas no célebre adejar, lembrava-me da mariposa-esfinge, cujos hábitos e movimentos são, em muitos aspectos realmente semelhantes."(pág.11)

Para ler mais sobre a visita de Darwin ao Brasil, acesse: http://www.dw.com/pt-br/o-que-charles-darwin-viu-no-brasil/a-39837311