Blog dedicado a expedições científicas e coletas botânicas nos pães de açúcar do sudeste do Brasil. Um diário de campo do século XXI que visa divulgar as maravilhas desses afloramentos tão peculiares, despertando sensibilidade e conhecimento. "Blog dedicated to scientific expeditions and botanical collections on sugar loaves in southeastern Brazil. A diary in the XXI century that aims to promote the wonders of these peculiar rock outcrops, awakening sensibility and knowledge."
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segunda-feira, 30 de julho de 2018
Herbário RB - Jardim Botânico do Rio de Janeiro
O que é um herbário? Entre no site e confira! http://dipeq.jbrj.gov.br/estrutura-e-colecoes/herbario/
sábado, 12 de agosto de 2017
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
O Recado do Morro
Selos ideais para as cartas de fim de ano!
Bom que o envelope já vai com mensagem subliminar...
Inselberg - insel = ilha e berg = montanha
Ilha = mundo em miniatura, templo, refúgio, lugar de
eleição, de silêncio e de paz, em meio à ignorância do mundo.
Montanha = ascensão (na qualidade de vida - educação,
saúde...), desenvolvimento, grandiosidade, qualidade superior da alma, evolução
humana, resistência, força.
Começarmos 2017 com ainda mais força para lutar contra
todas as atrocidades que andam fazendo com o povo brasileiro
e com nossa biodiversidade!
* Todas as definições foram retiradas do Dicionário de
Símbolos - mitos, sonhos, costumes, gestos, formas, figuras, cores, números, de
J. Chevalier & A. Gheerbrant - 5ª
ed. - Rio de Janeiro: José Olympio, 1991.
** Os selos podem ser adquiridos nas agências centrais dos
Correios.
*** Selos da Armênia são de difícil aquisição. São,
portanto, meramente (?) ilustrativos.
**** O Recado do Morro - referência ao conto de João
Guimarães Rosa. Recomendo leitura!quarta-feira, 6 de julho de 2016
Viagens aos Pães de Açúcar
segunda-feira, 30 de maio de 2016
O Rio antes e depois
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Morro Dois Irmãos (Augusto Malta/Arquivo IMS e Ailton Silva/IMS)
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Avenida Niemeyer (Armando Pittigliani/Arquivo IMS e Ailton Silva/IMS)
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Estrada da Gávea (Augusto Malta/Arquivo IMS e Ailton Silva/IMS)
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São Conrado (Marc Ferrez/Arquivo IMS e Ailton Silva/IMS)
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Texto: Luísa Azevedo
Todas as imagens foram retiradas do site do Instituto Moreira Salles e estão disponíveis no link: http://ims.com.br/ims/explore/acervo/noticias/territorio-rocinha
quarta-feira, 13 de abril de 2016
Viagens aos pães de açúcar: Rio de Janeiro, 2016
Enfim, conseguimos finalizar um curto documentário sobre a nossa temporada no Ridexaneiro.
Muitas coletas botânicas, risadas e, claro, uma prainha para incentivar a criatividade!
Em breve, lançaremos a expedição no Espírito Santo! :)
Saudações naturalistas...
Muitas coletas botânicas, risadas e, claro, uma prainha para incentivar a criatividade!
Em breve, lançaremos a expedição no Espírito Santo! :)
Saudações naturalistas...
sexta-feira, 4 de março de 2016
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Darwin no Rio - "Darwin in Rio"
Agora os preparativos para o Rio estão intensos. Só para dar uma inspirada, separamos alguns trechos do livro:
e estamos nos deliciando com os relatos de Darwin sobre o Rio em abril de 1832. Só bastou a ele olhar um pouquinho mais para os inselbergs. Sentimos falta de descrições maravilhadas sobre as bromélias, os cactos, as orquídeas...
Bem, essa tarefa terá que ser nossa :)
"Todos já ouviram falar da beleza do cenário da baía de Botafogo. A casa em que me hospedava estava situada bem debaixo da conhecida montanha do Corcovado. Com muita verdade afirma-se que os morros cônicos e abruptos são as características da formação a que Humbold chamou de granito-gneiss. Nada mais admirável do que o efeito dessas colossais massas redondas de rocha nua emergindo do seio da mais luxuriante vegetação. Muitas vezes me entretinha a olhar as nuvens, que, rolando sobre o mar, vinham formar um manto logo abaixo do ponto mais elevado do Corcovado. Como muitas outras, esta montanha, quando parcialmente velada, parecia erguer-se a uma altura mais nobre do que a realidade possui: seiscentos e noventa metros." (pág.10)
"Visitei, um dia, o Jardim Botânico onde cresciam plantas muito conhecidas pela grande utilidade de suas propriedades. As folhas de cânfora, da pimenta, da canela e do cravo, desprendiam um aroma muito delicioso, e a fruta-pão, a jaca e a manga disputavam entre si a primazia da magnificência da folhagem."(pág.11)
"Em outra ocasiao, tendo partido cedo, andei até a montanha da Gávea. O ar estava deliciosamente fresco e fragrante, e as gotas de orvalho brilhavam ainda sobre as grandes liliáceas que cobriam com sua sombra a água clara dos riachos. Sentei-me sobre um bloco de granito e desfrutei alguns instantes vendo passar a voar perto de mim um sem-número de insetos e pássaros. Os colibris parecem gostar imensamente destes recantos sombrios e solitários. Sempre que via uma dessas criaturinhas sussurrar em torno de uma flor, escondendo as asas no célebre adejar, lembrava-me da mariposa-esfinge, cujos hábitos e movimentos são, em muitos aspectos realmente semelhantes."(pág.11)
Para ler mais sobre a visita de Darwin ao Brasil, acesse: http://www.dw.com/pt-br/o-que-charles-darwin-viu-no-brasil/a-39837311
Viagem de um naturalista ao redor do mundo - Charles Darwin, Editora Abril Cultural
e estamos nos deliciando com os relatos de Darwin sobre o Rio em abril de 1832. Só bastou a ele olhar um pouquinho mais para os inselbergs. Sentimos falta de descrições maravilhadas sobre as bromélias, os cactos, as orquídeas...
Bem, essa tarefa terá que ser nossa :)
"Todos já ouviram falar da beleza do cenário da baía de Botafogo. A casa em que me hospedava estava situada bem debaixo da conhecida montanha do Corcovado. Com muita verdade afirma-se que os morros cônicos e abruptos são as características da formação a que Humbold chamou de granito-gneiss. Nada mais admirável do que o efeito dessas colossais massas redondas de rocha nua emergindo do seio da mais luxuriante vegetação. Muitas vezes me entretinha a olhar as nuvens, que, rolando sobre o mar, vinham formar um manto logo abaixo do ponto mais elevado do Corcovado. Como muitas outras, esta montanha, quando parcialmente velada, parecia erguer-se a uma altura mais nobre do que a realidade possui: seiscentos e noventa metros." (pág.10)
"Visitei, um dia, o Jardim Botânico onde cresciam plantas muito conhecidas pela grande utilidade de suas propriedades. As folhas de cânfora, da pimenta, da canela e do cravo, desprendiam um aroma muito delicioso, e a fruta-pão, a jaca e a manga disputavam entre si a primazia da magnificência da folhagem."(pág.11)
"Em outra ocasiao, tendo partido cedo, andei até a montanha da Gávea. O ar estava deliciosamente fresco e fragrante, e as gotas de orvalho brilhavam ainda sobre as grandes liliáceas que cobriam com sua sombra a água clara dos riachos. Sentei-me sobre um bloco de granito e desfrutei alguns instantes vendo passar a voar perto de mim um sem-número de insetos e pássaros. Os colibris parecem gostar imensamente destes recantos sombrios e solitários. Sempre que via uma dessas criaturinhas sussurrar em torno de uma flor, escondendo as asas no célebre adejar, lembrava-me da mariposa-esfinge, cujos hábitos e movimentos são, em muitos aspectos realmente semelhantes."(pág.11)
Para ler mais sobre a visita de Darwin ao Brasil, acesse: http://www.dw.com/pt-br/o-que-charles-darwin-viu-no-brasil/a-39837311
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